Arquivo de MOJACria - Moja Sesh https://mojasesh.com.br/tag/mojacria/ Cultura da nova cena Tue, 20 Jan 2026 21:18:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://mojasesh.com.br/wp-content/uploads/2025/07/icon-150x150.png Arquivo de MOJACria - Moja Sesh https://mojasesh.com.br/tag/mojacria/ 32 32 Filme de cineasta Gabriel Afonso leva o Mingu para a tela em Tiradentes https://mojasesh.com.br/dentro-do-meu-peito-mora-um-cao-filme-gabriel-afonso-tiradentes/ https://mojasesh.com.br/dentro-do-meu-peito-mora-um-cao-filme-gabriel-afonso-tiradentes/#respond Thu, 15 Jan 2026 20:00:00 +0000 https://mojasesh.com.br/?p=1123

'Dentro do meu peito mora um cão' estreia na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes e ressalta o potencial do cinema negro de Nova Lima na construção da identidade territorial

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Curta estreia na janela Territórios Mineiros. Foto: Menê
‘Dentro do meu peito mora um cão’ estreia na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes e ressalta o potencial do cinema negro de Nova Lima na construção da identidade territorial

O curta de ficção mineiro, roteirizado e dirigido por Gabriel Afonso, integra a programação da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, encontro que marca o início do calendário audiovisual brasileiro. A exibição será no dia 25 de janeiro, domingo, às 18h, na janela “Territórios Mineiros” da mostra.

Na história, o jovem Josué tem suas noites atravessadas por uma insônia constante. Vivendo em um território marcado pela exploração minerária, rodeado por montanhas, receios e frustrações, Josué reflete incessantemente sobre os desafios do início da vida adulta enquanto precisa dormir.

O filme foi realizado com recursos do Governo Federal, repassados por meio da Lei Paulo Gustavo. Gabriel, que protagoniza o curta e dá vida a Josué, participou diretamente de todas as etapas. Para ele que tem uma atuação múltipla no audiovisual, conceber o filme foi significativo.

“Estar envolvido em todas as etapas, desde a elaboração do projeto, me fez compreender o peso e a leveza de um sonho. Dirigir um filme é transformador. Não exagero ao dizer que é um divisor de águas, um processo de cura.” – Gabriel Afonso

Ainda enquanto escrevia ‘Dentro do meu peito mora um cão’, já vislumbrava quem seriam as pessoas que trariam o filme à vida, na frente das câmeras e na equipe técnica. 

Durante meses, eu “paquerei” os integrantes sem que eles soubessem. Era fundamental que as vivências e subjetividade de cada um funcionassem bem dentro do set. – Gabriel Afonso

O elenco conta com Carlos Henrique, Meibe Rodrigues,  Camilla Damião, Lolø Lótus, Ana Miranda e Penellopy. A produção executiva é assinada por Gabriel Afonso, Well Mendes e Natália Amaro; direção de fotografia por Virgínia Dandara; e direção de arte por Fernanda Bittencourt. A trilha sonora conta com artistas Lau & Eu, Raphael Sales e GUI HOPE. O elenco e a equipe foram formados majoritariamente por pessoas pretas e sexualmente diversas. O filme foi produzido e realizado com o apoio da MOJA Criativa.

Ficha técnica completa

Elenco:
Gabriel Afonso
Camilla Damião
Lolø Lótus
Ana Miranda
Meibe Rodrigues
Carlos Henrique
Penellopy

Roteiro e Direção – Gabriel Afonso
1ª Ass. de Direção – Rhuama
2ª Ass. de Direção – Alícia Coura
Produção – Gabriel Afonso, Well Mendes, Natália Amaro, Mariana Reis
Produção Executiva – Gabriel Afonso, Well Mendes, Natália Amaro
Direção de Fotografia – Virgínia Dandara
Direção de Arte e Figurino – Fernanda Bitencourt
Maquiagem e Caracterização – Maria Antônia Salvo
Edição e Montagem – Renan Távora Soares
Correção de Cor e Colorização – Oliverzort
Som Direto – Pris Ita Campelo
Desenho de Som e Mixagem – Eugênio Neto
Produção Musical, Trilha Original, Masterização – GUI HOPE
Cartaz – Victor Vieira
Ilustração do Cartaz – Ana Elisa Gonçalves
Fotografia Still – Menê, Marrakash
Making Of – Ualter Nolasco
Catering – Rosemere Reis
Assistência Jurídica – Larissa Oliveira

Mais informações e futuras exibições ficam disponíveis na página do filme no Instagram.

Sobre o diretor

Gabriel Afonso é artista multidisciplinar formado em Cinema e Audiovisual pela UNA, Rádio e TV pela Newton Paiva e Produção Cultural pelo Pronatec. Atuante no audiovisual desde 2009, possui trajetória como ator com personagens de destaque nas séries televisivas, Hit Parade, Cientistas Brasileiros, Um Morro do Barulho, e as ainda inéditas, Azul Celeste, Muito Além do Play, e 1986.

Na direção, dirigiu o curta documental “Como eu me vejo em você” que integrou a Mostra de Filmes do Memorial, no Memorial da Vale, e recentemente “Dentro do meu peito mora um cão”. Também  esteve à frente da produção e direção de arte de curta “Impermeável Pavio Curto”, premiado como Melhor Filme na Competitiva Minas do 20° FestcurtasBH e no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; “Como se o céu fosse oceano”, Melhor Filme na Competitiva Minas no 21° FestcurtasBH; e “Diz Que É Verdade”, Melhor Filme da Competitiva Minas do 22° FestCurtasBH.

Mingu nas telas: terra mineira que não esconde nada

Mingu é o bairro no qual o filme se ambienta. Imagem: Reprodução

O bairro Mingu é cenário – e quase personagem – do filme, e leva para a tela uma relação emblemática. Um dos bairros mais antigos de Nova Lima, nasceu do processo de ocupação ligado às atividades minerárias da região.

Desenvolveu-se com residências cedidas pela mineradora para os operários, ficando entre uma mina desativada e a região de indústria. A maioria dos moradores é de baixa renda e se autodeclarou negra ou parda, conforme dados do Censo, do IBGE.

A atividade minerária tem uma presença forte na vida de quem mora na região, e molda relações econômicas e de poder desde a formação do bairro. É comum, inclusive, ver placas indicando rotas de fuga ao caminhar pelas ruas.

Na pesquisa ‘A terra jurou não esconder nada’, da arquiteta Maria Cecília Rocha, a pesquisadora entrevistou moradores e aprofundou nas dinâmicas e dicotomias desse vínculo entre a terra, a sociedade e a indústria minerária no Mingu.

“Os moradores […] relatam uma série de experiências problemáticas com a mineração, que vão desde desastres até a insegurança com a posse de vários imóveis que permanecem como propriedade da mineradora. […] Há também ocorrências a princípio silenciosas, como a silicose, doença advinda da exposição prolongada à poeira de sílica no interior da mina […]. Ao mesmo tempo, vários moradores expressam gratidão por certas conquistas que tiveram graças à mineradora: salário, a educação dos filhos, a moradia e até mesmo a alimentação. – excerto da pesquisa ‘A terra jurou não esconder nada’, de Maria Cecília Rocha

Essa relação perpassa diretamente a realidade de Gabriel, que levou para a tela o próprio olhar, sobre uma parte negligenciada de Nova Lima – um lado da cidade que resiste mesmo à margem.

Durante a escrita do roteiro, senti necessidade de que o bairro espelhasse um dos principais sentimentos do protagonista: a convicção de estar à margem. O Mingu é historicamente negligenciado pelas gestões públicas; seu surgimento se dá para atender exclusivamente às demandas da mineração, outro ponto crucial para contar essa história. Todos os caminhos me apontavam o Mingu, e não houve espaço para dúvidas. O bairro pulsava o filme. – Gabriel Afonso

A lida com a mineração é uma realidade presente na vida de muitos mineiros. Minas Gerais é o Estado com maior faturamento no setor mineral, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração. Também é o estado com o maior número de processos minerários (53.398), conforme Monitor da Mineração, pesquisa da MapBiomas.

A geração de oportunidades não apaga os efeitos que são sentidos na pele por quem vivencia o extrativismo de perto. A presença do filme na janela Territórios Mineiros é uma porta para múltiplas discussões, especialmente sobre como o processo extrativista influencia socialmente e espacialmente as comunidades.

Sou de Nova Lima, a cidade com o maior IDH de Minas Gerais. Esse dado não reflete a minha experiência, a da minha família ou amigos, enquanto cidadãos. O território que eu percorro não é retratado nos comerciais de TV, muito menos numa tela de cinema. Apontar a câmera para essa realidade, que desmonta o imaginário popular da cidade, me traz a sensação legítima de honestidade. Dentre as muitas possibilidades de existir sendo mineiro, a que eu escolhi retratar coloca uma lupa sobre a angústia de estar numa cidade cujas riquezas são exploradas há tanto tempo, que parece já não restar nenhuma para você. – Gabriel Afonso

29ª Mostra de Tiradentes

O filme ganha força com a seleção para a 29ª Mostra de Tiradentes, que também marca a estreia da obra no circuito principal de festivais do audiovisual. Para Gabriel, que esteve na mostra pela primeira vez há 8 anos como público, a estreia é a realização de um sonho.

Aquela experiência imersiva de uma cidade inteira respirando arte me impactou profundamente. A Mostra é de grande relevância e inaugura o calendário do audiovisual brasileiro, influenciando muito do que será visto no circuito de festivais ao longo do ano. Ter a oportunidade de estrear o filme na 29ª edição da Mostra é um presente e um sonho. – Gabriel Afonso

A programação é gratuita e acontece entre os dias 23 e 31 de janeiro de 2026, em Tiradentes, Minas Gerais. As informações estão disponíveis no site.

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Festa RUDE completa seu primeiro aniversário https://mojasesh.com.br/festa-rude-primeiro-aniversario/ https://mojasesh.com.br/festa-rude-primeiro-aniversario/#respond Mon, 02 Dec 2024 12:48:53 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=616

Com pouca chuva e muita intervenção da polícia, a primeira edição recebeu centenas de pessoas dispostas a dançar

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Primeira edição da RUDE, no 2Black. Foto: Roxie
Com pouca chuva e muita intervenção da polícia, a primeira edição recebeu centenas de pessoas dispostas a dançar

Há exato um ano, no dia 2 de dezembro de 2023, o Viaduto Santa Tereza foi palco da primeira edição da festa RUDE, celebração do dancehall e da música jamaicana. Com discotecagem das artistas Bebela Dias, DJAHI, Bella Melina, Rane IV, Rudeboy e Artur Ranne, a RUDE tomou conta do 2Black Beer, bar referência na promoção da cultura de Belo Horizonte.

Criada pela produtora e pesquisadora Natália Amaro, a RUDE é uma pista para ficar à vontade e se divertir na própria pele. No som, a música jamaicana prevalece em suas muitas formas – ragga, reggae, ska, dub, rocksteady – com espaço para a música de periferia de todo o mundo, sob a residência dos DJs Rudeboy e Bella Melina.

Rudeboy e Bella Melina em participação especial no Baile da Kingdom em janeiro. Foto: André Borges.

“A festa RUDE é um espaço de liberdade, de afirmação e de celebração da nossa cultura. É onde a gente pode ser quem é, sem máscaras, sem medo. Para mim, a RUDE é mais do que uma festa; é um movimento. É onde a resistência se encontra com a celebração, onde a música cria pontes entre o passado e o futuro. Estar na RUDE é estar em casa, é sentir o pulsar da nossa história e projetar isso para o amanhã.” – Rudeboy sobre a RUDE

A segunda edição realizada no Aquilombar em outubro recebeu convidados especiais de todo o Brasil. Pela primeira vez em Belo Horizonte, Emcee Lê, artista de Osasco (SP) e referência da cultura dancehall no Brasil, embalou a noite com o show de lançamento de seu primeiro álbum “Ascensão”. 

Talento da Baixada Fluminense, KBrum apresentou seu último trabalho, o EP “Puro Suco”, com performance que sempre faz estremecer. A discotecagem contou com Vivi UaiSS, pioneira e articuladora das culturas reggae e hip hop da capital mineira há 20 anos, além de ANTCONSTANTINO (RJ), Bebela Dias e os residentes Rudeboy e Bella Melina


Com parceria e realização da Agência Moja, a RUDE mantém a missão de propagar a cultura jamaicana através de experiências originais. Para mais informações e novidades, acesse o Instagram @festarude

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FLIP abraça os sonhos em novo single “Como Abraçar o Mar?” https://mojasesh.com.br/flip-abraca-o-mar-em-novo-single/ https://mojasesh.com.br/flip-abraca-o-mar-em-novo-single/#respond Wed, 08 May 2024 05:08:00 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=574

Jovem artista em ascensão na cena musical de Belo Horizonte, FLIP lança “Como Abraçar o Mar?"

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FLIP lança single e visual da faixa. Foto: Lázaro Deusdedith

Jovem artista em ascensão na cena musical de Belo Horizonte, FLIP lança “Como Abraçar o Mar?” e convida para abraçar o amor e os sonhos

A música combina elementos dos afrobeats, pop e funk, apresentando uma sonoridade envolvente e cativante. Com uma mensagem profunda por trás da composição, a canção aborda a busca por um amor infinito, comparando-o ao mar.

“Para mim, “abraçar o mar” é o desejo de algo maior que você, seja um grande amor, um grande objetivo profissional ou tudo isso junto. Se perguntar como abraçar o mar, é uma forma de se mobilizar rumo às suas maiores vontades. É algo que sempre faço. Muitas vezes já estamos abraçando o oceano e nem percebemos.”

A capa do single apresenta FLIP com um espelho nos braços refletindo um mar azul. FLIP conta que a ideia surgiu ao divagar sobre como o espelho pode refletir nossas imagens, mas não são capazes de refletir toda nossa grandiosidade. Dessa forma, quando vemos o mar refletido no espelho, sabemos que existe muito mais do que conseguimos ver.

A faixa tem produção musical de Eazy CDA e está disponível em todas as plataformas digitais.

O visualizer da música está disponível no no canal de FLIP no YouTube.

Sobre FLIP

FLIP é artista musical da cena belorizontina. Sua sonoridade e visualidade pop buscam referência nas culturas preta e queer. O trabalho da FLIP propõe uma experiência musical que mescla também moda e audiovisual para criar um universo próprio e convidar as pessoas a habitarem  e experimentarem a liberdade de ser quem são sem arrependimentos. 

A trajetória na música começou cantando na igreja, no interior de Minas, em Cataguases. Saindo do meio religioso, FLIP se abriu para o mundo após mudar-se para a capital para estudar na UFMG. Foi quando abraçou o sonho de cantar e iniciou sua carreira musical.

Mais da jornada

Em 2021, lançou o primeiro single, MEU NEGO, em parceria com a cantora Michele Bernardino.

No mesmo ano, também colaborou com Yukáh no single “FLUXO“.

De lá pra cá, já apresentou no Projeto Artíficio, fez participação no Tranquilo BH, cantou em diversos espaços culturais e lançou seu primeiro single solo, “Insaciável”.

Em 2023, FLIP lançou o segundo single, Volta, participou do Sarau Minas Tênis, com uma homenagem ao inesquecível Dorival Caymmi, integrou o line-up do Festival @bsurda e da Mostra Olhares.

Lançou a segunda coletânea Dejavu Sessions, com versões de faixas que marcaram o coração da música popular brasileira.

Suas composições falam de amor, festa, conquista, empoderamento e liberdade: sentimentos que unem a existência humana. Com frescor e criatividade, FLIP conquista cada vez mais espaço para apresentar seu trabalho, e é uma aposta para o cenário da música belorizontina.

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Azizi MC revida ataque homofóbico em single “Killer Bill” https://mojasesh.com.br/azizi-mc-revida-ataque-homofobico-em-single-killer-bill/ Wed, 06 Dec 2023 01:27:53 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=530

E a mensagem é só uma: bicha também mata!

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Na faixa que marca seu retorno para a CENA, o rapper expressa sua luta pessoal após sofrer ataque no auge de sua carreira.

Killer Bill é o primeiro lançamento de Azizi depois de um período longe da cena. Há algum tempo, enquanto trabalhava na construção de seus projetos musicais e estudava, o artista, que é assumidamente gay, sofreu um ataque homofóbico e se distanciou da música e dos palcos no processo.

Agora, retorna à cena belorizontina do rap em seu novo single. Com rimas enérgicas, em um faixa que mistura o trap e o punk rock, em uma atmosfera sombria, Azizi MC revida e usa o ataque que sofreu como inspiração para a composição. E a resposta é nítida: “bicha também mata!”.

Para Azizi, diante de uma situação tão angustiante, não é possível permitir que o ódio de um ataque o coloque no esquecimento. Por isso escolheu revidar. “‘Killer Bill’ é uma trilha sonora poderosa da minha jornada em direção à autodefesa e sobrevivência em meio a uma paisagem dominada pelo medo”, comenta.

O visual pode ser assistido aqui!

Azizi MC se inspirou em “Kill Bill”, filme icônico dirigido por Quentin Tarantino para a construção. “A música carrega a mesma energia e intensidade do filme, com meu estilo único na composição. Visualmente, ‘Killer Bill’ pega sugestões da subcultura punk e as integra com a identidade pessoal de Azizi. A construção dos visuais foi em parceria com a MOJA Criativa

Sobre Azizi

Azizi MC é um rapper brasileiro de Belo Horizonte/MG que aborda a realidade da periferia, a comunidade LGBTQIAPN+ e o afrofuturismo em suas letras. É um artista ativista e usa sua arte para promover a diversidade e a inclusão. É conhecido por suas composições que retratam a vida nas ruas e a luta contra a discriminação, homofobia e racismo. Conheça um pouco mais do trabalho do artista!


Youtube: https://www.youtube.com/@AziziMC
Soundcloud: https://soundcloud.com/azizimc
Instagram: https://www.instagram.com/azizimc_/
TikTok: http://www.tiktok.com/@azizimc

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Em “Volta”, FLIP abraça o perigo ao desejar um amor incerto https://mojasesh.com.br/flip-lanca-single-volta/ Thu, 21 Sep 2023 23:34:58 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=372

“Volta” é o segundo lançamento solo de FLIP e apresenta mais da atmosfera construída pela artista em seu single anterior.

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“Volta” é o segundo lançamento solo de FLIP e apresenta mais da atmosfera construída pela artista em seu single anterior

Nas batidas do R&B, FLIP canta sobre uma paixão errática e intensa que foi vivida, e ainda não esquecida. “Falo sobre aqueles amores que causam incerteza, mas a lembrança da intensidade do que foi vivido faz desejar ter aquilo de volta”, conta.

A premissa de desejo e de intensidade guiou a inspiração no mito de Ícaro para a estética. Ícaro passou a vida preso, até que seu pai fez asas de cera de abelha e penas e lhe deu. Ao voar para longe, Ícaro se deslumbrou pelo brilho e calor do sol e desejou tocá-lo, mas suas asas derreteram e ele caiu do céu ao se aproximar. 

Vi no mito de Ícaro uma ótima alegoria para falar desses amores perigosos que você sabe que vai dar ruim de novo, mas ainda assim deseja ter”.

FLIP sobre Volta.

Composta e interpretada por FLIP e produzida por Eazy CDA, a faixa “Volta” já está disponível nas principais plataformas de música. Escute clicando aqui!

Sobre FLIP

FLIP é artista musical da cena belorizontina. Sua sonoridade e visualidade pop referenciam as culturas negra e queer, e são ampliadas pela sua experiência em artes cênicas e audiovisual. A trajetória na música começou cantando na igreja, no interior de Minas. Só depois de mudar para a capital para estudar, abraçou o sonho de cantar e iniciou a jornada da carreira musical.

Em 2021, lançou o primeiro single, “Meu Nego”, em parceria com a cantora Michele Bernardino.

No mesmo ano, também colaborou com Yukáh no single “FLUXO“.

De lá pra cá, já apresentou no Projeto Artíficio, fez participação no Tranquilo BH, cantou em diversos espaços culturais e lançou seu primeiro single solo, “Insaciável”.

Sua música navega entre MPB, R&B e música urbana, e suas composições falam sobre afetividades e vivências a partir de um olhar jovem, negro, LGBTQIAP+ e dissidente. Com frescor e criatividade, FLIP conquista cada vez mais espaço para apresentar seu trabalho, e é uma aposta para o cenário da música belorizontina.

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OHANA lança single “Que Assim Seja” https://mojasesh.com.br/ohana-single-que-assim-seja-2/ Mon, 15 May 2023 15:00:33 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=360 Ohana Lança single Que Assim SEJA Foto Well Mendes

Com a firmeza na voz, uma letra irreverente e uma mensagem de cura e empoderamento, a rapper transforma a dor em arte.

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Ohana Lança single Que Assim SEJA Foto Well Mendes

Com a firmeza na voz, uma letra irreverente e uma mensagem de cura e empoderamento, a rapper transforma a dor em arte

O single Que Assim Seja é um marco importante na carreira de Ohana. Foi a primeira música que gravou, no ano de 2015, em um projeto idealizado pelo produtor Clebin Quirino (Produto Novo). O objetivo era registrar o trabalho das mulheres na cena do hip-hop mineiro.

“A música fala muito do momento em que eu estava vivendo na época, que era cheia de conflitos. Me via sozinha no processo em que estava passando, assumindo muitas responsabilidades e preocupada com a saúde da minha família. No meio desse caos, tive a oportunidade de realizar um sonho, que era gravar uma música, e assim nasceu Que Assim Seja”. Na música, Ohana utiliza cada linha para expressar sua individualidade e deixar a mensagem de que dias melhores virão.

A faixa tem uma relação muito próxima com a cidade de Belo Horizonte, que foi inspiração para a criação de partes da letra. “Como eu passava muitas horas no metrô, lendo, escrevendo e ouvindo música entre BH e Contagem, esse cenário da cidade foi o plano de fundo para o som por já ser o plano de fundo do meu cotidiano”.

“Que Assim Seja” também é a manifestação de vários desejos de Ohana, inclusive o de cantar. Ohana canta sobre querer amor, cuidado, perdão e liberdade, sobre os conflitos cotidianos, e sobre a busca por calma em dias de tempestade. “O nome é uma forma de manifestar para que cada linha se realize, para que tudo aquilo que é dito aconteça como deve ser, como uma oração”.

Além do produtor Clebin Quirino, a produção musical também tem a colaboração de Nathanael Shadday, que construiu a melodia da guitarra. A faixa está disponível nas principais plataformas digitais, e o visualizer está disponível no YouTube.

Mais sobre Ohana

A musicalidade de Ohana é marcada pela mistura entre a poesia, as batidas do rap e as múltiplas vertentes da música preta. Natural de Contagem e vivendo em Belo Horizonte, a artista começou sua trajetória no hip hop em 2008, onde encontrou uma oportunidade de fazer o que amava. 

Antes disso, conheceu a música nas reuniões de família e nas  aulas de canto e contra-baixo. Além do hip hop, tem influências de samba, neo-soul, mpb e funk que traz desde a infância e que compõem sua identidade artística.

Nos últimos 14 anos, Ohana coleciona uma série de vivências, como produtora cultural, articuladora e artista. Entre suas realizações, foi uma das fundadoras do coletivo/festa Bronx 73, foi MC do grupo Original Zion e integrante do coletivo de freestyle As Mina Rima. ⁣

Em 2015, gravou sua primeira música. A faixa “Que Assim Seja” integra a coletânea feminina “Desconstrução”, disco produzido pela Produto Novo que traz registros inéditos de várias MCs e rappers da cena de Minas Gerais. 

⁣Em 2020, Ohana lançou o single “Vem Balançar”. Além do marco de ser seu primeiro single solo lançado nas plataformas, o videoclipe da faixa foi um dos trabalhos finalistas na premiação de Melhor Videoclipe Nacional Gravado no Lockdown, pela Music Video Festival.

Em 2021, foi convidada a compor para trilha sonora do filme premiado “Marte Um”, a convite de Gabriel Martins e Heberte Almeida. Na faixa “Azul”, Ohana canta sobre o amor e explora a versatilidade da sua voz e musicalidade.

Ohana também tem outras participações, como na música “Sabor de Café”, gravada para o projeto Black na Live; em “Responsabilidade”, da banda Julgamento em participação com Kainná Tauá e Tamara Franklin; e na faixa “Encontrão”, no álbum “Daqui Até Onde Eu Quiser” de Marquim D’Morais.

Atualmente, além do lançamento oficial de “Que Assim Seja”, a artista trabalha em alguns singles e participações, além da produção de seu primeiro EP “Telas e Tracks”, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2023. 

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FLIP lança seu primeiro single solo “INSACIÁVEL” https://mojasesh.com.br/flip-lanca-insaciavel-2/ https://mojasesh.com.br/flip-lanca-insaciavel-2/#respond Fri, 27 Jan 2023 15:00:00 +0000 https://mojacriativa.com.br/?p=135

Primeiro single solo de FLIP, “Insaciável”, já está disponível nas principais plataformas digitais.

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Insaciável é o primeiro single solo de FLIP, e marca uma nova fase em sua carreira musical.

Entre acordes suaves e batidas instigantes, na faixa lançada em janeiro, FLIP canta sobre descobrir o amor nos braços de alguém

“Essa música é uma quebra com alguns tabus que eu tinha do passado. Eu cresci na igreja, e a música é sobre desejo, que é um tema que eu não conseguia falar abertamente por causa da minha criação religiosa”, conta FLIP. 

Nas bases do R&B, do trap e do pop brasileiro, a música retoma um sentimento que desperta um frio na barriga e deixa no ar aquele gosto de ‘quero mais’.

“Nessa música eu queria mostrar um lado mais vulnerável meu, então acabei falando sobre esse sentimento que vem quando começamos a gostar de alguém, meio bobinho, sempre querendo encontrar, beijar e passar tempo com a pessoa. Também é uma música em que explorei outras regiões da minha voz, de uma forma mais vulnerável e mais doce, que não é um lado que eu mostro muito no geral.”

O single “Insaciável”, de FLIP, já está disponível nas principais plataformas digitais e pode ser ouvido e baixado aqui! O visualizer da música também está disponível no canal de FLIP no Youtube.


Quem é FLIP?

Natural de Cataguases-MG e vivendo em Belo Horizonte, FLIP é um artista musical que mescla diversas frentes artísticas. Seu trabalho investiga uma sonoridade e visualidade POP com referências à cultura negra e acento queer. 

Em 2021, FLIP estreou sua carreira com o primeiro single, “Meu Nego”, em parceria com a cantora Michele Bernardino.

No mesmo ano, FLIP também lançou uma colaboração com Yukáh na dançante “FLUXO“.

Em 2022, FLIP marcou presença em espaços culturais de BH como o Tranquilo BH, o Minc Bar o Ursal Bar. Além disso, participou do Projeto Artifício com uma performance que também está disponível no YouTube.

Ainda em 2022, lançou o projeto “DÉJÀVU SESSIONS”, desenvolvido no Instagram. O projeto cria um universo nostálgico inspirado nos anos 2000, misturando releituras de canções emblemáticas da década com moda e audiovisual através de vídeos curtos. O projeto culminou no lançamento de “Insaciável”, seu primeiro single solo.

Em 2023, FLIP dedica suas energias à arte com mais força ainda e já planeja alguns lançamentos, incluindo seu primeiro EP visual.

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